domingo, 10 de abril de 2011

simulado

http://www.anossaescola.com/cr/testes/dulcilene/simulado_do_spaece_portugues_BLOCO2.htm

quarta-feira, 6 de abril de 2011

EXERCÍCIO DE PORTUGUÊS TURMA: 3º ANO B-B

EXERCÍCIO DE PORTUGUÊS

TURMA: 3º ANO B-D

1.Em “Éramos três velhos amigos, na praia quase deserta”, o sujeito desta oração é:
a) subentendido;
b) claro, composto e determinado;
c) indeterminado;
d) inexistente;
e) claro, simples e determinado.

2. Indique a única frase que não tem verbo de ligação:
a) o sol estava muito quente;
b) nossa amizade continua firme;
c) suas palavras pareciam sinceras;
d) ele andava triste;
e) ele andava rapidamente.

3. Considere a frase: “Ele andava triste porque não encontrava a companheira”, os verbos grifados são respectivamente:

a) transitivo direto - de ligação;
b) de ligação - intransitivo;
c) de ligação - transitivo - indireto;
d) transitivo direto - transitivo indireto;
e) de ligação - transitivo direto.

4.Na praça deserta um homem caminhava - o sujeito é:
a) indeterminado;
b) inexistente;
c) simples;
d) oculto por elipse;
e) composto.

5. “O toque dos sinos ao cair da noite era trazido lá da cidade pelo vento”. O termo grifado é:
a) sujeito;
b) objeto direto;
c) objeto indireto;
d) complemento nominal;
e) agente da passiva.

6. Dentre as orações abaixo, uma contém complemento nominal. Qual?
a) Meu pensamento é subordinado ao seu.
b) Você não deve faltar ao encontro.
c) Irei à sua casa amanhã.
d) Venho da cidade às três horas.
e) Voltaremos pela rua escura ...

7. Já na expressão “O prefeito Odorico nomeou Dirceu Borboleta ajudante de ordens” – as palavras grifadas funcionam como:
a) objeto direto;
b) objeto indireto;
c) predicativo do sujeito;
d) aposto;
e) predicativo do objeto

8.O verbo de “confio este carro à distinção dos senhores passageiros” é:
a) transitivo direto;
b) transitivo indireto;
c) transitivo direto e indireto;
d) intransitivo;
e) de ligação.

9. Em: “Era inverno e fazia frio” – há duas orações cujos sujeitos são respectivamente:
a) inexistente e indeterminado;
b) indeterminado e inexistente;
c) inexistente e inexistente;
d) indeterminado e indeterminado;
e) N. R. A. porque ambos são compostos.

10.Em qual das alternativas o verbo grifado é de ligação?
a) Quando você pára, eu continuo.
b) Amélia continua mulher de verdade.
c) Esta “droga” de relógio não anda.
d) Andei dois quilômetros a pé.
e) Nos primeiros dias aprendi as notas musicais.

11.O predicado é nominal em:

I - Você acha Cristina bonita, mamãe?
II - O mundo podia ser tranqüilo.
III - “Zé Mané” não estava embriagado.
IV - O guarda noturno permanece atento a todos os perigos.
V - Os transeuntes ficaram assustados.

a) I - II - III;
b) II - III;
c) II - IV;
d) III - IV - V - II;
e) I - II - IV.

ESCOLA DE ENSINO MEDIO MONSENHOR JOSE CARNEIRO DA CUNHA

ATIVIDADE DE PORTUGUÊS 2º ANO F-G

PROFESSORA ALICE NASCIMENTO

TEXTO 1

Não há dúvida que as línguas se aumentam e alteram com o tempo e as necessidades dos usos e costumes. Querer que a nossa pare no século de quinhentos é um erro igual ao de afirmar que a sua transplantação para a América não lhe inseriu riquezas novas. A este respeito a influência do povo é decisiva. Há, portanto, certos modos de dizer, locuções novas, que de força entram no domínio do estilo e ganham direito de cidade.(MACHADO DE ASSIS. Apud Luft, Celso Pedro. Vestibular do português).

Vocabulário:

Transplantação - transferir de um lugar ou contexto para outro.

QUESTÃO 1

Ao ler o texto, concluímos que

(A) as mudanças do português da Europa para o Brasil evitaram inserir ao idioma riquezas novas.

(B) as alterações da língua estão condicionadas às necessidades dos usos e costumes e ao tempo.

(C) o português do século XVI é o mesmo de hoje, não sendo necessário parar a língua no tempo.

(D) os falantes do campo usam expressões atuais da língua mesmo sem sofrerem influência européia.

QUESTÃO 2

-Mas o que é isso minha gente?

-Tai uma coisa que eu queria ter...UM PÉ DE OLHO!

-Ah eu não, prefiro ter um pé de dinheiro! Pelo menos dá pra comprar um monte de coisas...

-UÉ, COM UM PÉ DE OLHO TAMBÉM DÁ!

-TEM TANTA COISA QUE NÃO POSSO COMPRAR PORQUE ME CUSTAM “OS OLHOS DA CARA”

No terceiro quadrinho da tira, observe o trecho da “fala” do personagem Verdugo –

...NÃO POSSO COMPRAR PORQUE ME CUSTAM OS OLHOS DA CARA...”.

A expressão destacada significa que o personagem deseja coisas que são

(A) desprezíveis.

(B) muito caras.

(C) impossíveis de se comprar.

(D) bastante populares.

TEXTO 3

Cadernos de João

(…) Na última laje de cimento armado, os trabalhadores cantavam a nostalgia da terra ressecada. De um lado era a cidade grande: de outro, o mar sem jangadas. O mensageiro subiu e gritou:

- Verdejou, pessoal!

Num átimo, os trabalhadores largaram-se das redes, desceram em debandada,

acertaram as contas e partiram.

Parada a obra.

Ao dia seguinte, o vigia solitário recolocou a tabuleta: “Precisa-se de operários”,

enquanto o construtor, de braços cruzados, amaldiçoava a chuva que devia estar caindo no Nordeste.

(Anibal Machado, Cadernos de João )

QUESTÃO 3

De acordo com o texto, a palavra “Verdejou” significa

(A) a saudade dos trabalhadores.

(B) o mar sem jangadas.

(C) a parada da obra.

(D) a chuva caindo no Nordeste.

TEXTO 4

A exploração da madeira na Amazônia

Cerca de 600 mil pessoas vivem da madeira na região Norte, destruindo anualmente milhares de quilômetros quadrados de florestas, ao que se soma a destruição na região Centro-Oeste e o pouco que resta da mata Atlântica. Em 1999, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ocorreram, entre julho e dezembro, mais de 1000 focos de incêndio por dia na Amazônia, dois terços deles em Mato Grosso, no Pará e em Rondônia. A isto se soma o envenenamento dos rios provocado pelas descargas de mercúrio dos garimpos. Os números da destruição de nossas florestas têm crescido a cada ano e algumas áreas do país já sofreram o fenômeno da desertificação.

(Português: linguagens, 7ª série/William Roberto Cereja, Thereza Analia Cochar Magalhães. – São Paulo:

Atual, 1998.)

QUESTÃO 4

Sabemos que fatos como este continuam acontecendo e que cada vez mais nosso planeta está sendo ameaçado.

A consequência que o fenômeno da desertificação acarretará às gerações futuras e ao nosso planeta é

(A) o aumento gradual de focos de incêndio por dia na Amazônia.

(B) a destruição anual de milhares de quilômetros quadrados de florestas.

(C) o aumento da produção de madeira legal na região Norte do país.

(D) a destruição dos garimpos em Mato Grosso, Pará e em Rondônia.

TEXTO 5

Quanto tempo resistimos sem comer nem beber?

Há registros de pessoas que suportaram até 200 dias sem comer, mas esse tempo sempre varia conforme a estatura. Sem água, porém, a resistência é bem menor e o estado de saúde torna-se bastante grave após cerca de 36 horas. Ficar sem comer por um ou dois dias normalmente não ocasiona problemas que possam afetar gravemente a pessoa. Essa situação não costuma causar mais que tonturas e dor de cabeça. “O jejumnão tem indicação para ser usado de forma rotineira sob o ponto de vista médico, mas

tem sido praticado desde a Antiguidade como preceito religioso para a purificação do espírito”, diz o endocrinologista Danilo Alvarenga de Carvalho. Quando feito sem controle médico, porém, o jejum pode implicar sérios riscos para a saúde, inclusive levando à morte. Sem a ingestão de alimentos, o organismo começa a queimar suas reservas de energia, principalmente as gorduras. Depois delas, consome as proteínas que compõem os tecidos. Ficar muito tempo sem se alimentar também provoca diversas alterações metabólicas e hormonais, com perda de vitaminas e sais minerais, alterações da pressão arterial, desmaios e problemas psicológicos. Mas a falta de água é bem mais grave. Um homem de estatura média contém em seu corpo aproximadamente 40 litros de água, necessária para resfriar o corpo.Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição para serem eliminadas pelos rins e intestinos. Numa pessoa saudável, existe um equilíbrio entre a quantidade de líquidos ingeridos e eliminados. A perda desse equilíbrio em poucos dias é o suficiente para matar.

(Superinteressante Especial: Mundo estranho, ago.2001.)

.

QUESTÃO 5

No trecho “Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição...” (3º parágrafo), a expressão destacada desempenha a função de

(A) adição de ideias.

(B) comparação entre dois fatos.

(C) consequência de um fato.

(D) finalidade de um fato enunciado.

sexta-feira, 25 de março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

REPORTAGEM COM TEMÁTICA AFRO(carta de leitor)

TEXTO 1

Defensoria Pública lança cartilha contra preconceito em SP

Ação acontece na semana do Dia da Consciência Negra.
Iniciativa quer aumentar número de denúncias contra crimes raciais.

A Defensoria Pública do estado de São Paulo começou a distribuir nesta semana uma cartilha para informar a população sobre como se defender em casos de discriminação, racismo ou preconceito. Na sexta-feira (20), é comemorado o Dia da Consciência Negra, feriado na capital paulista e em outras cidades do estado.
A cartilha já está disponível em todas as unidades da Defensoria Pública no estado e também no site, para que todos possam acessar. É a primeira vez que o material é lançado.

“O número de queixas em relação a crimes raciais é muito pequeno. Então a defensoria resolveu lançar essa cartilha para esclarecer a população acerca de seus direitos, para que ela possa procurar os órgãos competentes”, explicou a defensora pública Maíra Coraci Diniz.

Caso a pessoa seja discriminada, ela pode ingressar com ação de reparação de danos morais. “Se a pessoa for vítima de discriminação racial, ela tem que se encaminhar para uma delegacia de polícia para realizar um boletim de ocorrência. É importante que ela lembre detalhadamente do fato, tenha testemunhas. E depois ir até uma unidade da defensoria ou procurar um advogado para entrar com ação
.”

TEXTO 2

Em toda entrevista com negro perguntam sobre discriminação

Leia mais:

A entrevista ou reportagem, pode ser sobre um novo gene descoberto na maçã, ou sobre o meliante que assaltou a velhinha de 80 anos, mas se o entrevistado for negro, batata, uma pergunta que não pode faltar é “E preconceito? Você já sofreu?”, já é até clichê em reportagens com negros.

Incrível o tanto de repórteres idiotas que tem nessa TV, pra quê perguntar se o cara já sofreu preconceito ? E por que na última entrevista com aquela loira você não perguntou se ela ja havia sentido discriminação racial pela sua falta de melanina? hã?

Todos nós devemos prestar mais atenção, ser negro é muito assimilado com “cansado de sofrer preconceito”, que nada, esqueçam isso…. Perguntar pra quê? O que ocorre todos já sabem, logo, saber duas vezes não adiciona nada em nossas vidas. Negro não é coitadinho, só porque tem alguns desmiolados que acham que cor define índole, o povo acha que todo negro é um coitado, ‘apáporra’.

De tanto as pessoas ficarem lembrando essa do preconceito, muitas pessoas negras e morenas mesmo, tem complexo, e isso é muito ruim. Mas não são culpados pelo complexo, é só uma resposta a tudo que já passaram e vivenciaram na vida.


TEXTO 3

Uma vida sem preconceito

Professora que combate o racismo na escola recebe homenagem do Ministério da Educação.

Orgulho do cabelo, da pele, das raízes. Sentimento que hoje Nádia não deixa passar em branco. Mas nem sempre foi assim.

“Era chamada de cabelo de bombril, testa de amolar facão, cabelo de retrós. Na primeira oportunidade que eu tive, alisei meu cabelo. Domei, como dizem. A partir disso, fiquei usando química a vida inteira”, lembra a professora Nádia Maria Rodrigues.

Infância e adolescência com preconceito por parte da família, dos amigos, dela mesma. Até concluir que o alisamento era uma imposição da sociedade. Foi a libertação. “Enegrecer foi a coisa mais fantástica que me ocorreu”, afirma Nádia.

Professora de uma turma de traços diversificados, Nádia quis evitar que alunos sofressem do mesmo mal. O assunto foi discutido com livros sobre o respeito às diferenças, sobre artesanato, culinária e dança. Tudo naturalmente.

“A gente falava mesmo na aula de história. Mas no dia de fazer matemática e geografia a gente também falava dos negros, dos africanos”, conta a estudante Ângela de Moura, 9 anos.

Com o sucesso entre os alunos, o projeto contra o preconceito acabou sofrendo... Preconceito. “Estava escrito ‘negra burra’, bem grande, no meio do quadro, e eu apaguei. Depois disso, começou a sumir material produzido pelos alunos na sala”, revela a professora.

Apesar da resistência, as aulas continuaram provocando reflexões e mudanças. Alunos que até então tinham, sem saber, algum tipo de preconceito adotaram uma nova postura dentro e fora da sala de aula.

Agora, as alunas têm bonecas de cores diferentes. Brincadeira de uma "casinha" ideal. “Eu brinco de casinha, brinco que elas são amigas. É um mundo sem preconceito”, diz a estudante Pâmela de França, 8 anos.


Larissa passou a respeitar mais a irmã Laís, fruto do segundo casamento da mãe. “Antes, eu ficava xingando ela, falando que era neguinha e hoje eu já converso com ela, pra ela aceitar a cor dela”, conta Larissa Aires, 9 anos.

“A Larissa mudou a família e muda a rua inteira, porque ela dá aula sobre a cultura negra, sobre a gente respeitar as pessoas”, destaca a avó da garota, Rosângela Aires.

Tudo isso rendeu a Nádia um prêmio do Ministério da Educação. Prêmio dedicado ao pai, negro. “O prêmio maior foi tirar essas crianças das práticas de racismo. Elas começaram a tocar as famílias delas, puxar essa discussão por lá, cobrar postura dos pais. Isso, sim, foi o maior prêmio”, afirma Nádia.

Eis os grandes troféus: crianças com auto-estima renovada, que se assumem e são mais cidadãs. “Não é cabelo ruim. É cabelo crespo. Ninguém é maior do que ninguém, ninguém está abaixo de ninguém”, ressalta Augusto Silva, 8 anos.

“Antes eu tinha vergonha, porque todo mundo olhava pra mim com uma cara estranha. Mas agora eu tenho muito orgulho”, João Pedro Pereira, 9 anos. “Aumentou o meu orgulho. Gostei de mim mesmo do jeito que eu sou: da minha cor”, declara Luís Gustavo Santos, 9 anos.

TEXTO 4

22 de março de 2008
Reportagem sobre Preconceito
Autor(a): Tânia Regina Pinto e Leonardo Mourão(Nova Escola)

O silêncio vai acabar
Pouco se fala disso, mas também na escola os negros sofrem com o preconceito. Essa situação pode mudar.
Numa manhã de junho, há um ano, a pedagoga Eliane Cavalleiro instalou-se na saída de uma escola de Educação Infantil, em São Paulo, observando como uma professora se despedia de seus 22 alunos. Entre os doze alunos brancos, dez ganharam um beijinho; dos dez negros, só três mereceram o mesmo afeto. Os brancos foram três vezes mais beijados do que os negros! Mas não poderia ser apenas o comportamento isolado de uma professora preconceituosa? E, afinal, qual a importância de beijar ou não o aluno na saída da aula?
Depois de observar por oito meses como alunos e educadores lidavam com as diferenças raciais na escola — quando colheu material para sua tese de mestrado — Eliane tem respostas para tais questões. Primeiro, o episódio descrito no início não é um caso isolado. De maneira geral, crianças brancas e negras não recebem o mesmo tratamento na escola. Muitos professores reservam uma cota maior de contato físico e palavras carinhosas aos alunos brancos.

TEXTO 5

PRECONCEITO SEM PRECONCEITO

Por César Munhoz
09/02/2007

Cores, crenças, jeito de vestir, gostos musicais, faixa etária, olhos azuis, verdes e castanhos, condições socioeconômicas... Nossas diferenças estão em vários aspectos: em nossas idéias, na pele, nos traços, nas impressões digitais. Fascinante, não é mesmo? Pena que nem sempre encaramos assim.

Para alguns, a pele escura pode inspirar nojo. Para outros, quem tem pouco dinheiro ou usa roupas velhas e sujas é “malaco” e até ganha status de criminoso, mesmo que nunca tenha chegado perto de uma arma ou tido a intenção de roubar ou machucar alguém. E há quem pense que mulher só serve para “ficar com a barriga no fogão” ou que loira “não tem cérebro”.
Esses são apenas alguns exemplos da capacidade que o ser humano tem de classificar e discriminar o... ser humano! Isso mesmo, discriminar seu semelhante, só porque ele não é tão semelhante assim. E o pior sempre acontece quando alguém resolve tomar decisões com base nesses pensamentos: desde pequenas brigas até grandes guerras e massacres.

Opa! Você por acaso se identificou com algum desses comentários? Calma, isso não faz de você um monstro. Como veremos nesta reportagem, é normal ter preconceitos, sentir um certo estranhamento ou até mesmo aversão por algo ou alguém diferente de você. Agora, o que separa um cara gente boa de alguém realmente preconceituoso são as atitudes. E, sim, sabemos que é muito difícil esquecer nossos preconceitos ao tomar qualquer atitude. Só que isso é possível, e necessário.

Mas afinal, o que é o preconceito? Por que é que todos nós temos, mas não conseguimos admitir? Como lidar com esse sentimento da melhor forma possível? Será possível eliminar completamente o preconceito? Tentando ajudar a responder a essas questões que intrigam alunos, pais e professores, a equipe do portal conversou com especialistas e pessoas que já foram tanto vítimas como agentes de atitudes preconceituosas.

Veja, a seguir, o que conseguimos descobrir.

TEXTO 6

Apenas um negro passa em medicina na Fuvest 2008

Ao todo, 37 cursos não têm nenhum ingressante negro na primeira chamada.
Os convocados negros somam 1,8% dos calouros.

Simone HarnikDo G1, em São Paulo

Somente um estudante negro foi convocado em primeira chamada para cursar medicina em 2008 pela Fuvest. A Universidade de São Paulo (USP) em São Paulo e em Ribeirão Preto e a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa ofereceram, ao todo, 375 vagas. A informação é do questionário socioeconômico do vestibular 2008, respondido por 369 ingressantes no curso.

O número de indígenas foi maior que o de autodeclarados negros: dois contra um. A Fuvest, fundação que realiza o processo seletivo, divide os estudantes em cinco categorias. Além dos negros e índios, 28 estudantes se declararam pardos, 59, amarelos e a grande maioria, 279, brancos.

Em medicina, a proporção de negros em 2008 não é muito diferente dos últimos vestibulares. O vestibular 2007 foi o que teve mais negros, entraram quatro. Nos dois anos anteriores, somente um estudante se declarou negro. E há cinco anos, nenhum se declarou negro.

REPORTAGEM COM TEMÁTICA AFRO

TEXETO 8

COM CIÊNCIA:

Sistema de cotas para negros amplia debate sobre racismo

O sistema de cotas para negros nas universidades, adotado pela primeira vez na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), em 2001, ainda gera polêmica e divide opiniões. Há vários argumentos contra e a favor, todos bastante sensatos. Nem mesmo o governo brasileiro parece saber que posição tomar e demonstra ambigüidade sobre a questão. Tanta incerteza, no entanto, tem um ponto positivo: a reserva de vagas gera um debate importante sobre o racismo no Brasil, um país onde o preconceito existe, ainda que de forma velada.

REPORTAGEM COM TEMÁTICA AFRO

EXERCÍCIO DE LITERATURA 2º ANO

O1. I. Preferência pela realidade exterior sobre a interior.

II. Anteposição da fé à razão, com valorização da mística e da intuição.

III. Poesia descritiva de representação dos fenômenos da natureza. Detalhismo.

IV. Gosto pelo pitoresco, pela descrição de ambientes exóticos.

V. Atenção do escritor aos detalhes para retratar fielmente o que descreve.

Características gerais do Romantismo se acham expressas nas proposições:

A)II-IV

B)II-III

C)I-IV

D)II-V


02. Não é próprio do Romantismo:

A) Explorar assuntos nacionais como história, tradições, folclore;

B) Idealizar a mulher, tornando-a perfeita em todos os sentidos; http://www.graudez.com.br/figuras/branco.gif

C) Explorar assuntos ligados à antigüidade clássica, imitando-lhe os poetas e prosadores; http://www.graudez.com.br/figuras/branco.gif

D) Valorizar temas fúnebres e soturnos.

03. Poderíamos sintetizar uma das características do Romantismo pela seguinte aproximação de opostos:

A) Cultivando o passado, procurou formas de compreender e explicar o presente.

B) Pregando a liberdade formal, manteve-se preso aos modelos legados pelos

C) Embora marcado por tendências liberais, opôs-se ao nacionalismo político.

D) Voltado para temas nacionalistas, desinteressou-se do elemento exótico, considerando-o incompatível com exaltação da pátria.

04. Assinale a alternativa que traz apenas características do Romantismo:

A) idealismo, religiosidade, objetividade, escapismo, temas pagãos.

B) predomínio do sentimento, liberdade criadora, temas cristãos, natureza convencional, valores absolutos.

C) egocentrismo, predomínio da poesia lírica, relativismo, insatisfação, idealismo.

D) idealismo, insatisfação, escapismo, natureza convencional, objetividade

05. UM ÍNDIO

"um índio descerá de uma estrela colorida brilhante

de uma estrela que virá numa velocidade estonteante

e pousará no coração do hemisfério sul na américa

num claro instante

(...)

virá

impávido que nem muhammad ali

virá que eu vi

apaixonadamente como peri

virá que eu vi

tranqüilo e infalível como bruce lee

virá que eu vi

o aché do afoxé filhos de ghandi virá"

(Caetano Veloso)

O trecho anterior mostra, com uma visão contemporânea, determinado tipo de tratamento dado ao índio brasileiro em certo período de nossa literatura. Assinale a alternativa em que aparecem os nomes de dois autores que manifestaram tal tendência

A) Gonçalves de Magalhães e Álvares de Azevedo

B) Castro Alves e Tobias Barreto

C) Fagundes Varella e Visconde de Taunay

D) Gonçalves Dias e José de Alencar.

06.
Se uma lágrima as pálpebras me inunda,
Se um suspiro nos seios treme ainda,

É pela virgem que sonhei...que nunca
Aos lábios me encostou a face linda!

(Álvares de Azevedo)

A característica do Romantismo mais evidente nesta quadra é:

a) o espiritualismo
b) o pessimismo
c) a idealização da mulher
d) o confessionalismo
e) a presença do sonho


07.
(FUVEST – 2001)

Teu romantismo bebo, ó minha lua,
A teus raios divinos me abandono,
Torno-me vaporoso... e só de ver-te
Eu sinto os lábios meus se abrir de sono.

Neste excerto, o eu-lírico parece aderir com intensidade aos temas de que fala, mas revela, de imediato, desinteresse e tédio. Essa atitude do eu-lírico manifesta a:

a) ironia romântica
b) tendência romântica
c) melancolia romântica
d) aversão dos românticos à natureza
e) fuga romântica para o sonho






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